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The Coffee is turning./ O Café está amadurecendo.

By pigwhisperer, June 13, 2010

It is June and the coffee cherries are beginning to ripen. This is early for us–usually the cherries ripen in early August–so the coffee harvest will begin this week. We have six people coming to pick the ripe coffee cherries tomorrow. Hopefully we will have more people helping us with the harvest next week.

É Junho, e os grãos de café estão começando a amadurecer. Geralmente as cerejas amadurecem no início de agosto. Mas em 2010, a colheita do café vai começar esta semana. Temos seis pessoas que vêm para catar o café maduro amanhã. Esperamos ter mais pessoas nos ajudando com a colheita na próxima semana.

Snake on the Roof/ Cobra no Telhado

By pigwhisperer, April 28, 2010

We heard shifting and rattling in the roof tiles and assumed it was mice. There’s always a nest or two in the beams and we have to ask someone to remove the tiles and kill the mice. Or we use a common mouse trap with a bit of banana in it. Last week, instead of finding mice we found this lovely lady on our roof. She’d eaten the mice. (Probably the best exterminator in town. Ever.) But, alas, we weren’t sure if she was poisonous so we had to remove her from the roof and set her in the bushes. I wanted to keep her around but James had a good point: after she’d finished with the mice, would she then find a big toe appealing? Best not to find out. People here said she was a salamanta, which is a kind of boa constrictor. My biggest question is, how did she slither onto our roof? With this post I’m perpetuating the tedious, worn-out stereotype of Brazil as jungle-nation, with boas dangling from every roof beam. You know that’s really not the case! OK, I’m off to feed my jaguar now.

Ouvimos barulho nas telhas e pensamos que era ratos. Há sempre um ou dois ninhos no telhado e nós temos que pedir a alguém para remover as telhas e matar os ratos. Também usamos uma ratoeira comum com um pouco de banana dento dela. Na semana passada, em vez de encontrar ratos, nós encontramos esta senhora encantadora no nosso telhado. Ela tinha comido todos os ratos. (A melhor exterminadora da cidade.) Infelizmente, a gente não sabia se ela era venenosa, então tivemos de removê-la do teto. Eu queria mantê-la em casa, mas James falou o seguinte: quem sabe se, quando ela terminar com os ratos, ela iria achar um dedão atraente? Melhor não dar essa tentação a ela. As pessoas aqui disseram que era uma salamanta que é uma espécie de jibóia. Eu só quero saber: como é que essa danada subiu no nosso telhado? Com este post estou perpetuando o estereótipo do Brasil como nação selva–uma gigante Amazonas–com cobras caindo dos telhados. Claro que isso não é o caso!

“La Costurera” released in Spain / “La Costurera” lançado na Espanha

By pigwhisperer, February 12, 2010

Suma de Letras has released “La Costurera” in Spain. I’m very excited to see the book translated into Spanish, and love Suma’s cover artwork. For all of you Spanish speakers, I’ve included Suma’s book summary below. Felicidades!

A editora espanhola Suma de Letras lancou “La Costurera” na Espanha. Estou super feliz para ver o livro traduzido para o espanhol, e adorei a nova capa. Para vocês que falam espanhol, incluir o resumo do livro da Suma. Que felicidade!

Una saga épica sobre la vida de dos hermanas
en el Brasil de principios del siglo XX

En el Brasil colonial de los años 1930, dos hermanas huérfanas conviven con un trasfondo de inestabilidad política y desastres naturales. Emília y Luzia dos Santos, dos hermanas con una excelente destreza para la costura, sueñan con escapar de su pequeño pueblo, un anhelo que separa sus vidas…

Luzia sufre una deformidad desde que un accidente en la infancia la dejara lisiada y se convierte en una muchacha ruda y también poco casadera. Su única oportunidad de conseguir la independencia y la felicidad será casarse con el bandido que la secuestra, Antonio, el Halcón. En cambio Emília es delicada como una flor. Quiere una vida acomodada y refinada en la ciudad, por lo que contrae matrimonio con el hijo de un rico médico, a pesar de no estar enamorada de él.

Los caminos de las dos hermanas se vuelven a unir cuando la vida de una de ellas corre peligro, aunque ya no son las mismas que en el pasado: Emília se siente sola y desgraciada y Luzia se ha convertido en una forajida a la que apodan, la Costurera.

Frances de Pontes Peebles nos demuestra con su novela la importancia de los lazos familiares, inquebrantables incluso en la distancia y en la adversidad. Su cuidado estilo, su sensibilidad y su facilidad para contar grandes historias de sagas familiares, le han servido además para que numerosos medios la comparen con Gabriel García Márquez e Isabel Allende.

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